sexta-feira, 30 de julho de 2010

BANHEIRO FEMININO: VERDADE, MENTIRAS E SUGESTÕES



      Que atire a primeira pedra o homem que nunca quis saber o que realmente se passa dentro de um banheiro feminino!
      Pois eu venho lhes contar TUDO!
      Verdades, mentiras, teorias e, como não poderia ser diferente, a minha opinião sobre o que realmente deveria acontecer lá dentro.
      Primeiro vamos começar com as verdades. Sim, é verdade, 90% das mulheres preferem ir ao banheiro acompanhadas de uma, ou mais, amigas. É como se existissem assuntos específicos para se tratar dentro de um banheiro! Geralmente, 8% das mulheres vão sozinhas ao toalet porque saíram em número ímpar e a dupla da mesa acabou de voltar de lá...os outros 2% vão sozinhas porque preferem assim.
       Particularmente, me encaixo na minoria dos 2%.Prefiro privacidade e odeio fofoca de espelho de banheiro. Conhecem? É quando uma amiga olha para a outra com uma vontade tremenda de fazer uma fofoca, ou falar mal de alguém da mesa, ou da roupa da companheira que acabou de chegar e aí solta a frase: Amiga, vamos ao banheiro? E para quê? PARA FOFOCAR...só isso! Empacam a pia, e quem realmente usou o nosso querido sanitário para fazer o que se destina a ele, tem que ficar dançando de um lado para o outro para lavar as mãos! Conselho: se você amiga, odeia a garota da sua mesa, não saia mais com ela...se quer contar algo do seu super paquera, liga para a amiga no dia seguinte, mas não empaque a pia!!!
     É mentira! Não existem mesas de ping pong, quadra de jogo de petecas ou de qualquer outro esporte em que o número mínimo de jogadores seja dois. A gente demora muito por conta das filas intermináveis! E as filas demoram para andar por que? Por causa das fofocas...(percebem como tudo gira em torno de um único fato?).
     Agora vem a parte que eu mais gosto: SUGESTÕES!
     A primeira é que em toda porta do sanitário deveria existir um corrimão. Sim, um corrimão! Nós, mulheres, aprendemos desde muito cedo que nunca, em hipótese alguma, deveremos nos sentar em um vaso sanitário de uso público. Não adianta forrar com papel...geralmente a borda do vaso está tão molhada que o papel se desintegra. Sendo assim, temos que nos equilibrar segurando nossas bolsas, nossa roupa, o cabelo para que ele não tampe nosso rosto, e , numa pose super confortável, tentar atingir nosso alvo. É nesta hora, meus amigos homens, que tanto escutam sermões sobre as últimas gotinhas que caem no vaso, que vocês deveriam estar do outro lado da porta, prontos para presenciar o cenário devastador que fica sobre o vaso logo que terminamos nosso martírio urinário. Só não aconselho comentar. Se soltarem um: A-hã, e depois sou eu que molho tudo né benzinho? para uma mulher em TPM é surra na certa! Voltando ao corrimão: se tivermos algo para segurármos com firmeza, nossa mira seria muita mais facilitada.
     A segunda já é uma questão econômica: para que vaso sanitário se não podemos encostar neles? Muito mais barato sairia um banheiro com grandes buracos no chão! No lugar do vaso proponho vários lixos, enormes, com bocas bem largas. É que além de segurarmos a bolsa, a roupa, o cabelo, e fazer todo um esforço homérico para nos mantermos semi-agachadas, temos que nos limpar e ainda acertar o cesto de lixo!!!! Lixos enormes...é...boa pedida! Já o buraco no chão acho que exagerei...
     Enfim amigos curiosos, amigas que concordam e fazem qualquer uma dessas coisas, amigas que discordam mas que também não sentam no vaso (tenho certeza que, pelo menos da idéia do corrimão vocês gostaram), fico por aqui com mais um texto para vocês se divertirem...ou não...fiquem a vontade!


JULIANA

domingo, 25 de julho de 2010

Os piores tipos de beijo


E quem é que não experimentou pelo menos um dos beijos mais horripilantes que circulam pelo mercado?

Beijo TOUCHÉ: inspirado na esgrima, refere-se à tentativa ininterrupta de tocar a garganta de outrem, utilizando-se da própria língua. Consiste em um desesperado entra e sai de espada (no caso, a língua) com o objetivo de tocar o adversário (as  amígdalas do ser beijado).
 

Beijo RODA GIGANTE: derivado da Física, este beijo realiza um movimento circular uniforme, permitindo, assim, calcular a freqüência e o período com que a língua do indivíduo percorre incessantemente os 360º de nossas bocas.



Beijo KELLY KEY: apesar de ter surgido bem antes da musa, este beijo pode ser diretamente relacionado à sua canção de maior sucesso: BABA, BABY! Ainda não se sabe se o problema é originado do excesso de saliva ou da falta de sucção da mesma, mas o resultado final consiste sempre em duas bocas totalmente lambuzadas e um possível afogamento de uma das partes. 

 
Beijo ASPIRADOR DE PÓ: a pressão que o ser beijante impõe à boca do beijado é capaz de sugar tudo o que estiver passando por ali: bala, saliva ou língua. Pessoas que beijam assim geralmente são muito egoístas e desejam levar tudo para si. Como não conseguem, geralmente deixam bocas, línguas e mandíbulas cansadas por onde passam.


 
Beijo VÁCUO: caracterizado pela total ausência de matéria (língua) em um determinado volume de espaço (boca). Desta forma, ficamos à deriva no espaço, procurando ser sermos procurados, um verdadeiro caos no meio do nada.

Be.

Para beijar, basta treinar!


O primeiro beijo a gente nunca esquece. Mesmo que tenha sido ruim. Aliás, principalmente se tiver sido ruim, porque é a partir de então que tomamos consciência de que precisamos treinar para melhorar o nosso desempenho.

Tenho muitas lembranças das conversas na escola, onde as amigas se reuniam para trocar dicas de como beijar melhor. Mas eu só fui dar ouvido a elas depois do desastre do meu primo bacio. Foi uma mistura de nervosismo, inexperiência, muita baba, línguas que não cabiam dentro das respectivas bocas e, pra completar, os arames do aparelho que resolveram se soltar, enfim... uma tragédia. Mas depois disso, aprendi várias técnicas.

Tinha o treino na laranja: depois da fruta descascada e devidamente partida, era só pegar uma metade e ir apreciando com a língua. A laranja ia pingando na mão, no queixo, começava a cair no pescoço, na roupa e virava uma lambança só.

Também tinha o treino no espelho: esse era fácil. Bastava estacionar em frente ao nosso próprio reflexo, levar a boca em um ato de narcisismo explícito e começar a beijar. O problema era o nariz. Pelo menos pra mim, já que eu simplesmente não encontrava um lugar para colocá-lo. No fim das contas, eu tinha um espelho todo babado, um nariz todo vermelho e não tinha aprendido nadica de nada.

Não posso deixar de comentar sobre o treino do gelo. Neste caso era preciso colocar o gelo em um copo pequeno e tentar pegá-lo com a língua. Após atingir este objetivo, era só colocá-lo na boca e deixar que ele deslizasse delicadamente. Conclusão: a boca ficava congelada, os movimentos faciais praticamente paralisados e eu ainda não tinha aprendido a beijar.

Para finalizar tinha o treino no braço. Sabe aquela dobrinha interna do cotovelo? A técnica era incrível: bastava passar a língua de um lado pro outro, naquele espacinho entre o braço e o antebraço. Mas isso devia sempre ser feito com a pele bem limpa, a fim de evitar os tradicionais gostinhos de suor, poeira ou creme hidratante na boca. Eca!

Mas eu confesso que todas essas técnicas não passaram de perda de tempo. É beijando que a gente aprende a beijar, apesar de todos os pesares nesse meio tempo. E não é por nada, não, viu... mas é cada beijo ruim que aparece por aí, que até laranja afina! Por isso, na próxima crônica eu vou comentar sobre os piores tipos de beijo que eu já tive notícias.


Be.



domingo, 18 de julho de 2010

Cantadas

       Aos homens de plantão, fica uma pergunta: quem lhes ensinou que cantadas funcionam? E mais: quem lhes ensinou essas cantadas?
       Cheguei a cogitar a hipótese de existir no DNA masculino um gene específico para a criação destas tão temidas frases prontas. Alguns dão a sorte deste gene vir carregando uma dose de humor o que lhes deixa em ligeira vantagem em relação aos que apenas o apresentam na forma bruta.
          Que atire a primeira pedra a mulher que nunca ouviu um:
  "Ôôô lá em casa!" ( dá vontade de ir na casa dele e dizer: Tá, estou aqui...e agora mané? Vai fazer o que?)
  " Você vem sempre aqui?" ( Vinha, mas agora que reparei que você também vem resolvi mudar de lugar)
    " Você é tudo que sempre sonhei..." (Agora tenho cara de TV de 51 polegadas com transmissão 24hs de jogo do Corinthians!!!!!!)
      Esta é para aquelas, que como eu, tem olhos azuis: "Que olhos lindos...dá eles para mim?" (juro que minha vontade é de andar com um par de olhos de vidro no bolso e entregá-los ao espertinho que fala isso!)




    Definitivamente, essas frases não combinam com a conquista! E podem acreditar amigos, as mulheres que se deixam levar pelas tais, geralmente estão à perigo, e mulher nesta situação costumam dar um trabalho...
          Se as frases já não dão certo não preciso nem comentar sobre os cheiros no pescoço e orelha, puxadas de cabelo e pegação na cintura né?
        O caminho para a conquista não é tão complicado como parece. Sejamos honestos: o mercado está totalmente a favor dos homens. Existe muito mais mulheres solteiras , e isto resulta em um esforço significativamente menor para vocês amigos. Levando isto em conta, um simples olhar correspondido já é um sinal verde para uma aproximação. A não ser que você tenha mau hálito, seja fedido e tenha um papo muito ruim, apenas o fato da mulher dar este espaço  já é uma batalha vencida. 
         Na dúvida, fale com um amigo próximo a ela. Eu disse amigo, que isto fique bem claro. Amigas podem causar certa confusão, achar que você a cantou primeiro, passar o recado errado. Então é sempre bom prestar atenção se ela está com um amigo e ser sincero com ele. Caso ele esteja saindo com seu foco ele te avisará, homens tem uma certa camaradagem nestes momentos, que confesso nunca entendi, que no final fica tudo certo e, se o cara for bom mesmo, ainda te apresenta a amiga dela.
          Bom humor é essencial, e uma conversa animada, sincera e sem "pavonismo" (exibição gratuita das suas qualidades) é muito mais agradável do que frases prontas. E nada me tira da cabeça que quem as inventou foi uma dessas mulheres à perigo, que caiu em alguma conversa furada e saiu dando conselhos à homens inseguros, criando uma rede de frases sem sentido que, no final, perdeu o controle. Eu disse que elas dão trabalho!

JULIANA